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Sarney, Batoré e o ensinamento maquiavélico do cuxito no tapetão

Até 2014, tínhamos a mão invisível de José Sarney, influenciando no judiciário amapaense, sempre utilizado para o ativismo judicial e político contra adversários do oligarca. Hoje a mão invisível no judiciário, seria do Batoré, conforme conversas de bastidores de advogados e jornalistas amapaenses. 

Assim como Sarney, a nova oligarquia Alcolumbre, usa a influência  adquirida na República, após a ascenção de Batoré no topo do Senado para que políticos amapaenses do chamado baixo clero, curvem suas espinhas para lhe apoiar em 2022. No pacote leva junto, o seu candidato ao governo que usa asfalto eleitoreiro com tecnologia alemã, mas que desmancha no primeiro inverno da Amazônia. Os ditos novos políticos, adotando a velha estratégia de pegar o porco pelo rabo no famoso cuxito. 

Dizem que os alvos preferidos da dupla Pink&Cérebro que almejam dominar o Amapá, tem sido políticos e lideranças que estão fechados com Jaime Nunes: Sadala, Alberto Negrão, Max da AABB, Furlan e Elson Belo, todos estes alvos de ofensivas na PF, MPF ou Judiciário. 

Quando o homem não convence no argumento, usa o tapetão com o instrumento de pressão, sempre escondendo a mão, mas usando alguns bois de piranhas como isca para seus planos maquiavélicos. Não é à toa que Waldez tá nas mãos do Batoré!




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